
Tão distintos — e, ainda assim, profundamente interligados.
Sempre iniciamos algo com ansiedade,
expectativa, medo… e ideias mil.
Um misto de anseio e receio.
Há tanto a pensar, idealizar, planejar…
Criamos cenários belíssimos
— e também seus opostos,
quase catastróficos, caso tudo dê errado.
Vivemos, então, um filme íntimo,
pleno de peripécias. E, quando nos damos conta,
nossa epopeia chega ao fim — como tudo chega.
E como é o fim?
Triste, dolorido, como tantos términos…
mas também, de forma silenciosa, libertador.
Misturada à dor, há um certo alívio:
enfim sabemos.
Vencemos, perdemos ou simplesmente encerramos.
Acabou. E, no fim, podemos descansar —na dor,
no luto da perda, na alegria mesclada de tristeza,
e fazer um balanço do que foi vivido, sofrido e, quem sabe, aprendido.
É o fim…ou talvez, apenas, o começo de outro sentir…
Cida Guimarães
23/03/26

E você, como encara começos e términos? Adoraria saber…..

